Matéria: João-de-Barro

Por: Carlos Niemeyer

Não faz muito tempo em artigo neste jornal chamei atenção para necessidade de se integrar a natureza no ambiente urbano, sistemática comum às cidades de gestão mais progressista, e que a nossa cidade encontrava-se (até aquele momento) em déficit nesse sentido. Portanto é motivo de satisfação estarmos presenciando sinais em direção a  concepção de uma cidade sustentável como prova o atual trabalho de arborização que a prefeitura vem executando em nossas calçadas.

A paisagem urbana é composta por espaços livres e espaços edificados sendo os primeiros formados por nossas calçadas, quintais, praças e parques, sendo a arborização  importante componente de qualificação dessa paisagem. Cabe as prefeituras executar e manter uma eficiente arborização em áreas públicas plantando espécies preferentemente nativas e de porte adequado.

Numa perspectiva contemporânea de bem viver, entendemos que as árvores devem fazer parte do ambiente urbano pelo importante papel que oferecem à melhoria da qualidade de vida da população como um todo. As árvores não só embelezam a cidade mas fornecem atrativos como sombrear caminhos, absorver partículas poluentes,  amenizar o micro-clima, abrigar à micro-fauna  e muitas outras vantagens.

Você já percebeu que qualquer cidade desenvolvida do mundo possui ruas e praças bem arborizadas? Ao contrário é fácil perceber o quanto são áridas e as ruas em cidades subdesenvolvidas.

É sempre interessante reiterar o cuidado que devemos ter com relação as árvores plantadas defronte nosso comércio ou casa: não a danifique fixando pregos ou publicidade. Não pinte seu tronco de branco ou quebre galhos o que pode prejudicar seu crescimento diminuindo sua expectativa de vida. Auxilie o poder público e contribua regando a muda de sua calçada ao amanhecer e ao entardecer nos dias quentes.
Devemos lembrar que povos desenvolvidos e cidades desenvolvidas são faces de uma mesma moeda. E a arborização é elemento de destaque nas boas cidades. Qual modelo de cidade você gostaria de viver?

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Matéria: João de Barro

A Tetra Pak, líder mundial na produção de embalagens longa vida, investe em diversas iniciativas que disseminem a importância da coleta seletiva de lixo e também no desenvolvimento de tecnologias de reciclagem. Um dos projetos de sucesso é a produção de placas de telhas produzidas a partir da reciclagem de embalagens longa vida pós-consumo.

Trata-se de uma ação que tem como premissa a utilização e a valorização da cadeia de reciclagem como forma de gerar emprego e renda, ao mesmo tempo evitando que toneladas de material plástico e alumínio sigam para aterros sanitários.

A idéia surgiu em 1999, partindo do princípio de que a mistura de plástico e alumínio das embalagens é um material nobre, caro e muito resistente, o Departamento de Meio Ambiente da Tetra Pak começou a estudar uma maneira de prensar e transformar a mistura em placas rígidas, que poderiam ser utilizadas para diversos fins na construção civil (tapumes, revestimentos, etc.). Daí para a criação das telhas, a evolução foi rápida.

Atualmente, 17 fábricas no Brasil já produzem as telhas a partir desta tecnologia. Além de mais leves do que as comuns (amianto ou fibrocimento), as telhas possibilitam uma passagem de calor 30% menor e são 25% mais baratas. Testes feitos pela própria equipe, e depois estendidos a estudos nos laboratórios do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), também concluíram que o material se mostra superior às demais opções de telhas, de amianto e fibrocimento, tanto em durabilidade como em resistência.

Mais de 31 empresas brasileiras reciclam a embalagem da Tetra Pak, gerando empregos e renda na cadeia de reciclagem. “É importante difundir este conceito por meio de exemplos que ilustram a aplicação prática das teorias de sustentabilidade”, explica Fernando von Zuben, diretor de meio ambiente da Tetra Pak no Brasil.

As embalagens cartonadas da Tetra Pak, são feitas com 75% de material renovável, certificado pelo FSC e são 100% recicláveis, assim minimizando os impactos ambientais e colaborando com a sustentabilidade do planeta.

Site Rota da Reciclagem

Batizado de Rota da Reciclagem (www.rotadareciclagem.com.br), com tecnologia inovadora do Google Maps, basta digitar o endereço e o buscador encontra a localização e o contato de cooperativas, pontos de entrega voluntária e comércios ligados à cadeia de reciclagem de embalagens longa vida (caixas de leite, sucos, molhos de tomate e outros alimentos) em todo o território nacional.

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Matéria: João-de-Barro

Nesta fase, estaremos executando o assentamento do piso interno e revestimento da cozinha e banheiro, essa é uma etapa importante, pois evita que a alvenaria absorva a água dessas áreas molhadas na edificação.

No banheiro o revestimento é assentado até a altura na área molhada com 2m e na área seca 1,20 m, na cozinha a altura é de 1,50m, jamais esquecendo-se de fazer as impermeabilizações necessárias tanto para o contra piso quanto na argamassa de assentamento.

Lembramos que, ao levantar à alvenaria todas as marcações de elétrica e hidráulica coincidiram com os furos do próprio tijolo solo-cimento. Executamos assim toda a instalação elétrica, instalação da pia da cozinha, lavatório e bacia sanitária do banheiro. As esquadrias também são instaladas bem como as ferragens e metais. Na cozinha há um balcão que separa os ambientes (cozinha e sala), aproveitamos essa fase para instalá-la. Agora a casa está praticamente pronta, preparada para receber a pintura, essa é a próxima etapa (final).

Tempo de execução desta fase: 7 dias

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É uma etapa que exige muita atenção ao ler o projeto, pois o fator principal está na primeira fiada, pois as marcações das instalações hidráulicas, esgoto, elétricas, esquadrias e os esquadros (arranques), devem coincidir com os furos do tijolo solo-cimento, além de sempre conferir o nível e o prumo da alvenaria.

A primeira fiada é assentada com argamassa de areia e cimento e as camadas subseqüentes são feitas com solo-cimento, a cada cinco fiadas há o grauteamento (encher de concreto) nos pontos de colunas e próximos ao assentamento das esquadrias no qual servirão de sustentação para as vergas e contra-vergas.

É utilizado de duas a três etapas de ferro, no ponto de empeno é usado mais um pedaço, mede em média 1,5m (um metro e meio), para o transpasse é feito com 0,30cm (trinta centímetros) amarrado com arame em três pontos.

A 1,5m (um metro e meio) está no ponto de andaime e juntamente com as paredes sobem-se os tubos paras as instalações hidro-sanitárias e elétricas. Na altura desejada como pé direito (nesta obra a altura foi de 2,625m) passa-se uma canaleta com ferro para fazer a amarração das paredes.

As vantagens dessa etapa são:

1- Economia em materiais;

2- Não é necessário conduítes devido à utilização dos furos do tijolo como proteção;

3-  A argamassa é usada somente na primeira fiada, sendo as camadas subseqüentes unidas com solo-cimento;

4- Obra limpa;

5- Não é preciso madeira para as formas de coluna e vigas, as canaletas e os furos as substituem;

6- A alvenaria já sobe acabada, sem necessidade de revestimento.

O tempo gasto para erguer a alvenaria acabada foi de 5 dias.

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