Cobrimos qualquer oferta!

11/12/13 Novidades, Promoção Comentários desativados

Atenção amigos e clientes!
O ano está acabando, mas calma, ainda tem o Natal! Não podemos esquecer desta data tão especial.
Separamos as melhores ofertas para você.
Não deixe seu sonho para depois, a hora é agora!

Natal Vimaq Prensas

Cobrimos qualquer oferta da concorrência de prensas similares.
Não compre sem nos consultar!

PROMOÇÃO – Ganhe um Triturador Tr1

03/10/13 Promoção Comentários desativados


PROMOÇÃO – Na compra de qualquer prensa Vimaq GOLD modelo (V2 ou V3)

Ganhe um Triturador de Terra modelo Tr1 no valor de R$ 4.500,00 (motor não incluso)

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LIGUE:

Telefones Fixo: (12) 3883 6211  (12) 3883 1997

Celular:

(12) 99736-1433 – Vivo
(12) 98864-0660 – Oi
(12) 98164-1545 – Tim
(12) 99231-0007 – Claro

Horário de Atendimento:

Segunda a Sexta das 09:00h às 12:00h  das 14:00h  ás 18:00h

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Novo número de telefone!

14/08/13 Novidades Comentários desativados

Informamos aos nossos clientes que, conforme comunicado, a partir do dia 25/08/2013, nossos celulares passaram a ter mais um dígito. Deverá ser acrescentado o número 9 antes do número.

Celular:

(12) 9 9736-1433 – Vivo
(12) 9 8864-0660 – Oi
(12) 9 8164-1545 – Tim
(12) 9 9231-0007 – Claro

Todos os Clientes de telefones móveis (celulares) do Estado de São Paulo (DDDs 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19) também terão seus números alterados nessa mesma data.

VIMAQ MASTER РLan̤amento Oficial.

24/04/13 Novidades Comentários desativados

O sonho de consumo de muita gente sempre foi uma prensa que pudesse fazer tijolos 12,5 x 25 e 15 x 30 num mesmo equipamento. Este sonho já está à disposição dos amigos e clientes da VIMAQPRENSAS.
A super prensa VIMAQ MASTER já é uma realidade. A prensa
pode fazer 20 modelos de tijolos no total sendo 10 de cada medida.
Aproveite a promoção de lançamento e ganhe o Triturador de terra de brinde!
OBS: VEJA CONDIÇÕES DA PROMOÇÃO NA TABELA ENVIADA POR EMAIL.
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Água – Uma Questão Social

31/10/12 Projeto Ambiental Comentários desativados

A cada dia ouvimos e vemos mais e mais notícias alarmantes quanto aos riscos de um futuro próximo com sérias restrições de acesso à água.
Por outro lado no nosso dia a dia dificilmente nos damos conta disso, uma vez que para muitos de nós basta abrir as torneiras de nossas casas para termos água de boa qualidade.
Aprendemos na escola que de toda a água disponível na Terra, 97,6% está concentrada nos oceanos, que a água fresca corresponde aos 2,4% restante e que destes somente 0,31% não estão concentrados nos polos na forma de gelo. Resumindo, de toda a água na superfície da terra menos de 0,02% está disponível em rios e lagos na forma de água fresca pronta para consumo.
Num primeiro momento estes dados parecem assustadores, porque aparentemente temos pouquíssima água doce disponível, não é mesmo? Porém esses números são constantes e indicam que a quantidade de água no planeta tem permanecido praticamente invariável há centenas de milhões de anos. Ou seja, a quantidade de água permanece a mesma, o que muda é a sua distribuição e seu estado. E portanto nossas preocupações devem se concentrar em questões referentes ao gerenciamento da água e não ao risco de seu “desaparecimento”, tão alardeado hoje em dia.
Aspectos como as diferenças naturais da distribuição da água no planeta – temos conhecimentos das grandes regiões do planeta onde historicamente os seres que ali vivem se defrontam diariamente com a dificuldade em obter água de boa qualidade para seu sustento e sobrevivência – devem ser considerados, porém são principalmente as questões de ordens econômicas e políticas os maiores responsáveis pela crescente pressão: aumento da população, crescimento desordenado, desperdício, falta de tratamento dos esgotos industriais e residenciais e consequente poluição são fatores que afetam de modo direto tanto a quantidade quanto a qualidade da água que usamos.
Se no Brasil temos, por um lado, uma situação privilegiada, pois detemos perto de 8% da água doce do planeta por outro não fugimos à regra e 45 milhões de brasileiros não têm acesso à agua potável.
Segundo dados divulgados pelo IBGE em 2011, 62,1% do esgoto produzido pelos brasileiros não recebe nenhum tipo de tratamento antes de voltar aos rios e mananciais e assim 8 bilhões de litros de esgoto in natura são descartados diariamente!
Redundante afirmar que esgoto descartado sem o devido tratamento seja um dos principais motivos de contaminação e degradação das fontes de água doce. E esta degradação atinge de forma direta a população não só no que diz respeito às dificuldades de acesso à água potável, mas também no maior índice de doenças que por sua vez afetam o desempenho social e econômico de toda a população: pesquisas mostram que por ano, 217 mil trabalhadores precisam se afastar de suas atividades devido a problemas gastrointestinais ligados a falta de saneamento, sendo que a cada afastamento perdem-se 17 horas de trabalho. E ainda, 11% das faltas do trabalhador estão relacionadas a problemas causados por esse mesmo problema.
Não só o trabalhador, mas também o desempenho escolar das crianças é afetado quando falta saneamento básico: segundo dados divulgados pelo Instituto Trata Brasil a diferença de aproveitamento escolar entre crianças que têm acesso a ele é de 18% em relação as que não têm .
E quando nos voltamos para analisar o que acontece com a água limpa e já tratada descobrimos que a situação também não é das melhores. Segundo informações da coordenadoria do Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades, estima-se que entre 37% e 42% da água já tratada seja perdida no processo de distribuição à rede, seja por causa de vazamentos ou incapacidade de medir a água (roubo falta de aparelhos ou erros de medição).
Há muito a ser feito quando se trata do gerenciamento deste recurso natural fundamental para que toda a vida seja possível. A nós consumidores e principalmente cidadãos, cabe fazermos a nossa parte, tanto cobrando das autoridades medidas corretas e bons investimentos com o dinheiro público quanto com a adoção de medidas de economia e uso racional.

Texto: Suse Portes / Jornalista

Novo telefone da Vimaq Prensas

16/05/12 Novidades Comentários desativados

Atenção!
Nosso telefone fixo mudou!

Anote o novo número: (12) 3883-1997.

Lembrando que nosso horário de atendimento é de segunda a sexta das 09:00h às 12:00h e das 14:00h às 18:00h.

Aguardamos seu contato!

 Matéria: João-de-barro

Por Gustavo van Deursen

 

Como visto no último mês, os impactos ambientais decorrentes das atividades da construção civil não são poucos. Felizmente, as soluções atualmente existentes são igualmente numerosas.

 A primeira, e talvez uma das mais importantes, é a reciclagem e a reutilização dos materiais utilizados. Existem muitas maneiras de se reaproveitar diversos resíduos gerados, sendo a sua incorporação nos agregados naturais da obra a mais comum.

 Além de evitar a extração de mais recursos naturais (areia, argila e pedra) e economizar espaço nos já saturados aterros sanitários estes processos quase sempre são mais vantajosos energeticamente: a produção de aço a partir de sua sucata reciclada consome 30% menos energia e 90% menos matérias-prima do que o processo convencional. Naturalmente, esta economia de recursos certamente é refletida em menores emissões de CO2 e menor contribuição ao aquecimento global.

 Porém, os esforços em prol da sustentabilidade devem continuar mesmo após o término da obra. Neste sentido, duas iniciativas chamam a atenção, a certificação internacional LEED – Leadership in Environmental and Energy Design, e a Etiqueta de Eficiência Energética em Edificações, lançada conjuntamente pela Eletrobrás e pelo Inmetro.

 A primeira busca certificar edifícios que atinjam certos níveis de desempenho ambiental e eficiência energética, para que estes tenham seus índices reconhecidos. Nesta certificação tudo é levado em conta. São analisados desde o consumo de água até a qualidade do ar respirado pelos seus moradores, passando pelas emissões de gases estufa durante a sua operação, a quantidade de material usada na sua construção ou simplesmente o conforto de seus habitantes.

 De acordo com a pontuação atingida, o edifício é classificado como “certificado”, “prata”, “ouro” ou “platina”.

Já o programa do Inmetro terá uma cara muito familiar ao brasileiro. Através de uma etiqueta semelhante à já usada em eletrodomésticos, serão avaliados o consumo energético em 3 áreas distintas do edifício: o seu envoltório, o sistema de iluminação e o de condicionamento de ar. Aqueles que obtiverem nota máxima em todos ganharão o selo Procel Edifica.

Atualmente aplicado apenas em prédios públicos, este programa deve ser estendido para o setor residencial ainda este ano.

 

Devido ao alto consumo energético dos edifícios, melhorar o seu desempenho ambiental pode ser considerado como uma das estratégias-chave no combate às mudanças.

 

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Matéria: João-de-Barro

Por Cristiane Oliveira

Imagine esse cenário, o canteiro de obras desorganizado, ferramentas espalhadas, materiais como terra, areia, madeira e ferro misturados, sem materiais básicos de proteção, os famosos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual), trabalhadores trajando bermuda, regata, chinelo de borracha, sem contar que no caminho há um pequeno pedaço de madeira com prego virado para cima esperando um trabalhador apressado ou até mesmo desatento, pisá-lo. Com certeza deve ter lembrado daquela obra próximo a sua casa.

Ainda é comum observamos características desse tipo de ambiente de trabalho, desgastantes, perigosos, com desperdícios, falhas nas etapas construtivas, com baixos salários, jornada de trabalho prolongada, sem citar o total descaso com o trabalhador. 

Porém, há uma nova realidade, a busca da qualidade, ou seja, a necessidade de produtividade com eficiência em um mercado competitivo e exigente até mesmo para as pequenas obras como um diferencial para a contratação de serviços. Por isso é fundamental encararmos a obra como uma linha de montagem numa indústria, alguns serviços só podem começar quando outro termina, portanto, planeje e cumpra o cronograma, trabalhando com metas e objetivos claros que possam ser alcançados pelos operários.

Canteiro de obra limpo e organizado, além de facilitar o serviço, evita acidentes de trabalho e ainda colabora com o meio ambiente por separar, armazenar e destinar os resíduos  para locais que reciclem ou reutilizem o material. Respeite as recomendações de estocagem dos fabricantes reduzindo perdas de materiais. Aproveite ao máximo as novas tecnologias que auxiliem na produtividade e reduz tempo de execução e desperdícios.

Os profissionais liberais, autônomos e prestadores de serviços do setor devem atualizar-se, participem de palestras, cursos, seminários, entre outros, conhecimento nunca é demais e faz a diferença. É importante pensar em qualidade desde a fase de projeto, fique de olho no processo produtivo identificando de maneira rápida, falhas nos serviços executados para não refazer etapas, lembre-se, velocidade e qualidade sempre andam juntas de maneira eficiente. Nunca se esqueça: qualidade envolve custos, porém a falta dela poderá acarretar em custos ainda maiores.

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Matéria: João-de-Barro 

Nos dias de hoje em que a que as questões ambientais ganham espaço no dia-a-dia das pessoas, é comum alguém se lembrar da Agenda 21, sem entender do que se trata.

 Ela foi criada durante a Conferência de Meio Ambiente realizada no Rio de Janeiro em 1992, quando 179 chefes de Estado  se comprometeram a colocar em prática a Agenda 21. Na ocasião estava clara a necessidade das nações reverem seus conceitos e processo de desenvolvimento sob o risco de esgotar o planeta.

 A Agenda 21 trata das grandes questões relacionadas às políticas de desenvolvimento sustentável, com temas que abordam desde a produção e consumo à luta para erradicar a pobreza do mundo, da dinâmica demográfica à proteção à saúde, do uso da terra ao saneamento básico, da eficiência energética à proteção dos menos favorecidos.

 O Litoral Norte de São Paulo deu início a proposta de criação de sua Agenda 21 Regional em 2003, resultando na construção do Fórum Regional da Agenda 21, nas Agendas 21 Locais de cada município, na elaboração do Plano Regional de Desenvolvimento o Sustentável, na publicação de material de divulgação, além da criação de uma rede de contatos entre instituições públicas, privadas, sociedade civil organizada ou não com um objetivo comum que é o de melhorar a qualidade de vida desta e das futuras gerações.

 Como podemos ver a Agenda 21 não está relacionada apenas com o meio ambiente, mas também com as questões sociais, econômicas e institucionais. Muitas iniciativas estão sendo tomadas neste sentido como a Agenda 21 da Juventude, a Agenda 21 nas escolas, etc. Tudo isso é AGENDA 21.

 A partir desta edição o Jornal João de Barro inicia uma série de reportagens sobre a Agenda 21 de Caraguatatuba e a relação com a Construção Civil.

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Matéria: João-de-Barro

A partir deste artigo e em sua série, saiba mais sobre as habilidades do Técnico de Construção Civil e Edificações conhecendo as disciplinas aprendidas no curso. A mátéria de hoje é:

PROJETO INTERDISCIPLINAR (PRI)

Por: Carlos Niemeyer

A disciplina encontra-se presente na grade curricular do curso Técnico de Edificações no 3º e 4º Módulos e integra um importante conteúdo programático afeto ao domínio do planejamento arquitetônico da concepção ao seu detalhamento.

O Técnico de Edificações é um profissional que transita operacionalmente entre o nível superior da construção civil (engenheiros e arquitetos) e seus níveis básicos (serventes, mestres-de-obras, etc) o que exige um bom conhecimento tanto de obras como de projeto. Ao ser consagrado com a titulação do CREA o Técnico poderá PROJETAR e EXECUTAR obras de até 80 m2 de área construída daí a importância desse conteúdo. Nesta disciplina o aluno toma conhecimento dos fundamentos conceituais e metodológicos em arquitetura de edificações o que irá determinar projetos pautados na pesquisa sócio-economica, na linguagem arquitetônica, no conforto ambiental, na funcionalidade, na estética, na racionalidade construtiva e nos preceitos legais.

A disciplina possui uma disciplina-irmã chamada REVITALIZAÇÃO DE EDIFICAÇÕES (REV) que visa aperfeiçoar sua bagagem projetual ao lidar com questões como patrimônio histórico e mudanças de uso em edificações, temas recorrentes nos dias de hoje. O objetivo dessas disciplinas é transmitir práticas de projeto que farão o Técnico de Edificações apto a entender o projeto de arquitetura como um produto diretamente relacionado ao conforto ambiental e o bem estar humano.

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